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segunda-feira, 16 de outubro de 2017

Direção, professores, pais e alunos do Colégio Central se reúnem para cobrar mais segurança na unidade de ensino

O Colégio Central, da Rede Estadual de Ensino, em menor de um mês foi alvo de três ações criminosas e comunidade escolar pede mais segurança para unidade de ensino.

Direção, professores, alunos, pais de alunos, diretor do Núcleo Territorial de Educação, membros do Conselho Tutelar e Polícia Militar se reuniram nesta sexta-feira, 29, à tarde para discutir a situação de insegurança pela qual passa o Colégio Central, unidade da Rede Estadual de Ensino, que em menos de um mês foi alvo de dois arrombamentos e, na última quinta-feira, 28, a sala do 3º Ano C, noturno, foi invadida por quatro homens armados. Sob a mira de revolveres, a professora e alunos foram ameaçados pelos marginais que acabaram levando celulares e outros pertences e provocando um clima de terror entre as vítimas, sendo que uma, extremamente abalada, teve que ser levada às pressas ao Hospital Geral Santa Tereza.No encontro de hoje à tarde, direção e professores pediram o apoio da Polícia para conter a onda de violência que tem alcançado o Colégio Central e vem prejudicando a normalidade do ano letivo e os trabalhos pedagógicos, já que na semana passada, quando a unidade de ensino foi arrombada pela segunda vez em menos de um mês, os criminosos levaram as placas mãe de quatros computadores e outros equipamentos da escola, além de quebrarem as portas de vidro e revirarem materiais, deixando um rastro de destruição.
Direção, professores e alunos dizem que a falta de vigilância e devido o muro da unidade de ensino ser muito baixo tem facilitado a ação dos delinquentes contra a unidade de ensino, como a ocorrida ontem.
O Tenente Danilo Carvalho, comandante do 2º Pelotão da Polícia Militar de Ribeira do Pombal, durante a reunião e em entrevista à Pombal FM, prometeu que um efetivo da PM vai realizar rondas em horários diferentes nos três turnos de aula, informando que também pedirá o apoio da Guarda Municipal nesse sentido.
Fábio José Reis, Diretor do NTE 17, disse que tem levado a situação da insegurança nas escolas à Secretaria de Educação do Estado. Segundo ele esse quadro de violência também é observado em outras unidades de ensino da região. O diretor também informou um processo licitatório para construção e reforma de muros de unidades escolares da área da abrangência do NTE 17 está sendo feito pelo governo do estado. Porém, ele disse que essa onda de violência que assola o país se reflete nas escolas, até porque estas não são “ilhas” isoladas e recebem os efeitos dessa realidade assustadora pela qual passa toda a sociedade.

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